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Viagens por todo Brasil, cidades e estados... Terça-feira, Dezembro 07, 2004 Galerinha do Bem... Será que alguém pode me socorrer? Estou tentando sozinha fazer um novo template pro VIAJANDO, acho que quase todos sabem que meu querido irmão mexe com isso e nem me dá uma luz... então estou tentando fazer assim mesmo... já fiz algumas coisinhas e tentei colocar aqui, pelo visto não consegui né!!!! Bom se alguém quiser me ajudar deixe seu recado após o bip... ehehhe Valeu!!! Logo estarei postando pra vocês muito mais coisas. ABRAÇOS nos corações. comenta só por caridade!Comments: postado por: COSETTE LEOTTI 2:12 AM Sexta-feira, Novembro 26, 2004 Galerinha do Bem... Desculpe a demora para postar, fiquei muito atarefada com as coisas da faculdade, MAS ESTOU DE VOLTA. Bom vim aqui hoje falar de vários lugares que visitamos mas só que este post é comprido e meio cansativo eu sei... mas vale a pena as dicas de visitas em Sampa. Dedico este post ao pessoal do 1°NA da Universidade Guarulhos FATEC A história da FATEC-SP teve início no dia 15 de janeiro de 1968, quando o então Governador do Estado de São Paulo, Dr. Roberto Costa de Abreu Sodré, constituiu um grupo de trabalho "que estudaria a viabilidade de implantação gradativa de uma rede de cursos superiores de tecnologia com duração de dois a três anos". A aula inaugural foi proferida em fevereiro de 1970 pelo Governador do Estado de São Paulo. Os cursos superiores de tecnologia estavam sob jurisdição do Centro Estadual de Educação Tecnológica de São Paulo, entidade autárquica criada em 06 de outubro de 1969. Em 20 de abril de 1970 o Conselho Estadual de Educação aprovou a instalação e o funcionamento do Centro Estadual de Educação Tecnológica de São Paulo com os cursos: Construção Civil, nas modalidades Movimento de Terra e Pavimentação, Obras Hidráulicas e Edifícios; Mecânica, nas modalidades Desenhista Projetista e Oficinas. Em 31 de janeiro de 1980, a denominação da modalidade "Oficinas" foi alterada para "Processos de Produção"; em 16 de junho de 1986, a modalidade "Desenhista Projetista" foi alterada para "Projetos". Em 1973, o Centro Estadual de Educação Tecnológica passou a denominar-se Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza. Em 10 de abril de 1973 foi criada a Faculdade de Tecnologia de São Paulo (FATEC-SP); em 02 de junho de 1974 foi aprovado o funcionamento do curso de Processamento de Dados, o qual foi autorizado em 21 de agosto do mesmo ano. Em 30 de janeiro de 1976 foi criada a Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), sendo o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza transformado em autarquia de regime especial, associada e vinculada à Universidade. Em 23 de agosto de 1977 foi aprovada a implantação do Curso Superior de Tecnologia em Soldagem. Essa denominação foi alterada em 07 de maio de 1985 para Curso Superior de Tecnologia Mecânica, modalidade Soldagem. Em 28 de novembro de 1986 criou-se o Curso Superior de Tecnologia Mecânica, modalidade Mecânica de Precisão, em 03 de setembro de 1991, foi criado o Curso Superior de Tecnologia em Materiais, Processos e Componentes Eletrônicos, e em 30 de setembro de 1991, o Curso Superior de Tecnologia em Automação de Escritórios e Secretariado foi criado. Os cursos da FATEC-SP já colocaram no mercado de trabalho mais de 17 000 Tecnólogos, profissionais de nível superior cuja formação abrange uma extensa gama de conhecimentos científicos, humanísticos e tecnológicos, graças à composição de currículos que respondem ao desenvolvimento tecnológico e econômico, adequando-se às demandas sociais por bens e serviços. É política institucional o contato permanente com os setores produtivos desses bens e serviços, ensejando projetos em parceria e garantindo a necessária atualização curricular. Anfiteatro Wladimir Anversa Quadra Poliesportiva Além dos cursos de graduação, a FATEC-SP oferece programas de pós-graduação lato sensu, de atualização tecnológica e cursos de extensão; realiza projetos de pesquisa e de prestação de serviços, feiras e eventos para difusão de tecnologia. Para dar suporte a suas atividades, a FATEC-SP ocupa uma área construída de 34000 metros quadrados, com instalações modernas de salas de aula equipadas com recursos multimídia, 46 laboratórios e oficinas, um centro de pesquisa conectado à internet e uma biblioteca com 40000 exemplares de livros e revistas especializadas. Além disso, conta com um amplo anfiteatro, quatro auditórios, um ginásio de esportes e uma grande área para feiras e exposições. O corpo discente tem participação direta em projetos tecnológicos institucionais por meio da Empresa Júnior e de dois grupos de pesquisa, sendo um em mecânica automotiva (CDA - Centro de Desenvolvimento Automobilístico) e o outro em aeroespacial (grupo Lenda). O alto padrão de qualidade dos laboratórios da Faculdade possibilita a realização de ensaios certificados e a formação de mão-de-obra especializada. O corpo docente é formado de especialistas nas diversas áreas dos cursos, contando com mestres e doutores engajados em atividades didáticas, projetos de pesquisa e de extensão de serviços. Parque da Luz, Estação da Luz Para quem está na Pinacoteca, basta passar pelo charmosos Bravo Café para ter acesso a este parque público, o primeiro da cidade, inaugurado em 1825 sob inspiração francesa: o lago em forma de cruz-de-malta é rodeado de estáruas greco-romanas e as alamedas são simétricas. Em 1880, sob influência dos jardins ingleses, recebeu acréscimos, como uma cascata com gruta. Aqui a Pinacoteca mantém esculturas como Portadora de Perfume, de Victor Brecheret, o bronze Moça no Espelho, de Bruno Giorgi, e O Colar, de Lígia Reinach. Em 2000, por acaso, um operário descobriu soterrado, perto do lago, um curiosos aquário subterrâneo ¿ hoje livre à visitação. Outra atração é o reformado coreto que dá ao local ares bucólicos. A circulação de porstitutas é quase uma tradição local: o jardim as acolhe desde a década de 1930, quando a polícia fechou os bordéis do Bom Retiro. O responsável pela transformação do Jardim da Luz em um parque foi o governador João Teodoro, que em 1874 sibstituiu os lampiões de gás por lampiões de querosene. A principal intervenção do político, porém, foi a construção de uma torre de 20 m, que funcionaria como mirante e receberia o apelido de ¿canudo do Dr. João Teodoro¿. Por causa da inclinação na estrutura e por fazer concorrência com a torre do relógio da vizinha Estação da Luz, o torre foi derrubada. Estação Luz da Nossa Língua é o nome que a velha e bela Estação da Luz assume ao abrir as portas como primeiro centro de referência da língua portuguesa no Brasil. O restauro das fachadas conclui a primeira fase do projeto de recuperação total desta edificação histórica e é mais um ¿presente¿ pelos 450 anos da cidade. O espaço dedica-se à valorização e à celebração da língua portuguesa, em todas as formas de expressão ¿ mas o uso operacional, como estação de trens, continua. A Estação da Luz foi erguida entre 1895 e1901 como um símbolo da grande virada econômica de São Paulo. Três décadas antes, a São Paulo Railway, empresa férrea criada pelo Barão de Mauá e que começou a funcionar em 1867, atravessara a Serra do Mar para unir o porto de Santos à Jundiaí do café ¿ e a capital tornou-se um privilegiado entreposto comercial do ¿ouro verde¿. Daí o requinte ostentado pela estação, contruída em estilo inglês vitoriano com material importado da Europa, inclusive colunas cotíntias. A obra teve impacto sobre o desenvolvimento da cidade, fazendo surgir no entorno o primeiro bairro planejado : os Campos Elíseos, com palacetes de fazendeiros. A torre do relógio da Luz tornou-se referência para os paulistanos. A partir da Segunda Guerra, a dificuldade de importação de materiais comprometeu a conservação da estação. As viagens de longa distância ficaram ainda mais lentas e a operação deficitária. Em 1946, um incêndio de origem criminosa destruiu boa parte do prédio. Entre 1947 e 1951, houve recontrução e até ampliação ¿ a linha férrea foi transferida para o poder público. Hoje o sitema serve trens metropolitanos e um passeio até a vila serrana de Paranapiacaba. A conversão em Estação Luz da Nossa Língua promete agora revitalizar não só este edifício, mas todo o entorno da Luz. Estação Júlio Prestes e Sala São Paulo. Pertencente a Estrada de Ferro Sorocabana, a estação de estilo monumental foi inaugurada em 1938 como espécie de canto do cisne da era do café e das ferrovias, que entravam em decadência. O arquiteto Cristiano Stockler das Neves se inspirou em duas estações de trem nova-iorquinas, a Grand Central e a Penn Station, e adicionou-lhe o luxo francês. Na fachada, destaca-se a imponente torre do relógio. No interior, imperam os vitrais de Conrado Sorgenicht, clarabóias, arcos e pilares. Um dos destaques são as plataformas, que funcionam desde 1930, envoltas por uma estrutura metálica com cobertura de vidro. Tome um trem na Lapa e desembarque aqui, para sentir o clima da época. O ponto alto da Estação Júlio Prestes sempre foi o Grande Hall, com 1.000 m², onde se vendiam os bilhetes. Após complexa reforma, o local foi transformado em 1999 na Sala São Paulo, sede da Orquestra Sinfônica do Estado e uma das melhores salas de concerto do mundo, graças ao excelente tratamento acústico ¿ o teto móvel permite ajustes específicos para cada espetáculo, a fim de garantir a melhor qualidade de som. Em 2001, também foi aberta na Júlio Prestes a Estação das Artes, para peças teatrais, onde ficava a consourse da estação. O espaço ficou simpático, mas diminuiu o encanto de quem entrava na estação por ali. Memorial do Imigrante. Instalado onde funcionava a antiga hospedaria de imigrantes, o Memorial do Imigrante apresenta ao público e dovumenta os mais vairados aspectos da vida de quem procurava novas oportunidades no Brasil, em uma exposição permanente e com exposições itinerantes. Vale a pena organizar a visita ao acervo fixo por salas ¿ cada qual com uma história a contar. Sala Principal ¿ Traz objetos, documentos e fotografias de viajantes e uma maquete do prédio. Nos terminais de computador é possível ouvir depoimentos de imigrantes e consultar os nomes de quem passou pela hospedaria do início a 1907. A lista da comunidade japonesa é a única que abrange também o período posterior (a iniciativa privada nipo-brasileira financiou o trabalho de levantametno dos dados). Sala da Hospedaria ¿ Movéis e máquinas dos diversos setores da instituição. Fotos permitem comparar os ambientes daqui antes e depois da reforma. Sala da Navegação ¿ Reproduz o convés de um navio. Um grande globo em movimento exibe as rotas marítimas da Europa e do Oriente para o Brasil. A exposição retrata a ¿Viagem do Imigrante¿, da saída de seu país de origem até o desembarque no Porto de Santos e a chegada à Hospedaria de Imigrantes, com fotos, objetos e relatos de alguns imigrantes. Com o suor de seu rosto ¿ Fotos, objetos, móveis e um conjunto de máquinas tipográficas do extinto Fanfulla (jornal editado em italiano em São Paulo) mostram o universo do trabalho do imigrantes. Ouro Negro ¿ Conta a história do café, de suas origens ao planalto paulista, passando pela descrição dos tipos e de sua importância para o progresso do Estado. O Memorial conta em uma ¿fazenda de café¿, onde público tem contato com um pequeno cafezal e objetos usados nas plantações. Trilhos de São Paulo ¿ Esta exposição é dedicada a história das ferrovias que, junto com a imigração e o café, foram peças fundamentais no desenvolvimento do Estado. Sua saga é contada com fotos, objetos e documentos. São Paulo antiga ¿ Reproduz uma rua da velha ¿cidade da garoa¿, onde, no início do século XX, era chique fazer footing olhando as vitrines com as novidades de Paris. Maniquins ajudam a compor o clima. Estação Ferroviária ¿ Fora do prédio principal, vê-se uma réplica de estação ferroviária dos imigrantes. Alguns dias da semana (e pagos à parte), há passeios de trem de 15 a 20 minutos de duração por um ramal ferroviário existente no local. Também há um passeio em um bonde de 1912 que faz o trajeto do Memorial à estação Bresser do metrô, ida e volta. Eventos ¿ Alguns já são tradicionais na cidade: em 21 de janeiro (Encontro de Carros Antigos e Corrida Maluca), no sábado anterior ao Carnaval (Corso) e em 25 de junho (Festa do Imigrante). Na segunda metade do século XIX , o comérico internacional do café experimentou um enorme crescimento. À medida que se avolumavam os movimentos abolicionistas, cresciam as preocupações com a expansão da lavaoura do Estado de São Paulo, que era baseada em mão-de-obra escrava. A partir da década de 1870, quando a abolição foi considerada inadiável, começaram a chegar grandes levas de imigrantes, que sonhavam com uma vida melhor do que em seus países. A primeira Hospedaria de Imigrantes surgiu em 1882 no Bom Retiro, mas sofreu com várias epidemias. A segunda foi construida no Brás em 1887 para receber e encaminhar para as fazendas de café imigrantes atraídos pelo governo paulista. O local, perto da estação ferroviárias do Brás, era ideal para quem desembarcava em Santos e seguia para a capital de trem pela São Paulo Railway. Na hospedaria, havia seis dormitórios com capacidade total para 3.000 pessoas. Pinacoteca Fundada em 1905, a Pinacoteca do Estado proporciona um dos melhores programas de São Paulo. Tem excelentes exposições temporárias, um forte acervo, um edifício que constitui atração arquitetônica em si, um charmoso café e fica junto do belo Jardim da Luz. Seu prédio em estilo neoclássico, idealizado por Ramos de Azevedo, foi modernizado por Paulo Mendes da Rocha entre 1994 e 1997. Ao lado de elementos gregos, como o frotão triangular externo e as colunas internas, surgiram modernos tetos de vidro e passarelas de ferro. Seu acervo tem mais de 5.200 obras brasileiras dos séculos XIX E XX ¿ 1.500 ficam em exposição de cada vez, a maioria no segundo andar ¿ e importantes peças estrangeiras. Entre os destaques internacionais estão esculturas de alguns dos maiores escultores de todos os tempos: Rodin, Maillol (A banhista sem Braço), Bourdelle (Primeira Vitória de Aníbal) e Nikki de Saint-Phalle (Fonte das Nanãs). Também há um ícone russo coberto de prata que representa São Alexandre Nevski. Pode-se começar a visita ao acervo brasileiro do século XIX pelas paisagens dos artistas acadêmicos (assim chamados por seguirem normas das academias de belas-artes). Retratam paisagens urbanas, marinhas e rurais. Almeida Júnior: A Pinacoteca tem o maior acervo desse pintor ituano, talvez um dos maiores nomes da pintura brasileira do século XIX, bolsista da École de Beaux-Arts patrocinado pelo imperador D. Pedro II. Os acadêmicos faziam muitas pinturas e retratos sob encomenda e naturezas-mortas. Observe o primeirocaso de trabalho de Oscar Pereira da Silva, exímio desenhista, e o segundo nas obras de Pedro Alexandrino ¿ veja a reprodução de seu ateliê. A visita ao acervo do século XX começa comvárias obras modernistas consagradas, com o Mestiço, de Porinari, ou a interessantíssima Via-Sacra de terracota, de Brecheret. Obras abstratas e concretistas, predominantes nos anos 50, estão represtnadas por pinturas de Tomie Ohtake e Manabu Mabe, entre outros, assim como a arte figurativa dos anos 60 conta com o chocante ¿O Porco¿, de Nelson Leirner, com o animal empilhado num engradado. Museu de Arte Sacra Construído em 1774 éçp Frei Galvão e consciderado o mais importante monumento arquitetônico colonial do século XVIII existente em São Paulo, o Mosteiro da Luz abriga hoje a calusura de freiras concepcionistas, a igreja e o importante Museu de Arte Sacra. O Museu desperta tanto o interesse artístico como o religioso e o histórico-antropológico ¿ já que, comseu acervo, é possível entender um pouco da formação do Brasil. São cerca de 4 mil peças do século XVI até hoje, das quais 800 em exposição, vindas das principais igrejas do país. O acervo está disposto em sete salas e quatro corredores, e as peças são constantemente mudadas de lugar. A predominância nas imagens é do estilo barroco em suas três frases: a primeira, mais decorativa; a segunda, rococó, repleta de anjos e querubins; e a terceira, com influência árabe. A maioria das imagens é feita de barro (considerado material mais pobre) e madeira pintados. Há peças de prataria, ourivesaria e mobiliário das igrejas. Entre as imagens de anjos, os destaques são as feitas por índios das Missões, cujas asas lembram cocares, e o gracioso par de anjos barrocos atribuídos ao Mestre Valentim. Também note a variedade de representações de São Miguel Arcanjo ¿ pisando sobre a cabeça de Lúcifer ou com uma balança pesando as almas. Já entre as imagens de santos, a maior raridade é a Nossa Senhora da Luz, do século XVI em barro ¿ repare em seus brincos, antiga tradição portuguesa. Compare as diferentes representações de Nossa Senhora, como N. S. dos Prazeres e a jovem N. S. da Purificação de Frei Agostinho de Jesus, e a N. S. das Dores de Aleijadinho. E preste atenção nas ¿Paulistinhas¿ - pequenas imagens de barro, ocas, que constituem uma produção típica do Estado de São Paulo principalemente no século XIX, com influência portuguesa. Compare-as com os pequenos santos de nó de pinho, também paulistas, mas de influência africana. O museu tem a segunda maior coleção de lampadários de prata do mundo. Que este título esteja no Brasil não é de surpreender, já que a prata era a única forma de tesouro tolerada pelo governo colonila do século XVII: o destaque é o presentado por D. Pedro I à antiga catedral de São Paulo no século XIX, com 19 kg de prata. Muito curiosos são os oratórios, que revelam como eram, na época, seus locais de origem: os de Minas Gerais são os mais coloridos e floridos, e nas cores azul e vermelho (uma suposta referência aos ideais libertários da Revolução Francesa); os paulistas costituem os mais simples, até rústicos; e os de Pernambuco, os mais sóbrios e nobres, não pintados. Deslumbrantes jóias fazem lembrar a grande riqueza que já teve a igreja Católica. Não perca: o anel episcopal do Cardeal Arcoverde ¿ de ouro, esmeralda e brilhantes ¿ e o ostensóriso em forma de igreja, com topázios, ametistas, ouro e prata. Os objetos dos religiosos também integram a coleção como os báculos, que são aqueles cajados de pastor usados apenas por bispos. E, finalmente, entre as pinturas, há um raríssimo trabalho do italiano Paolo Veronese século XVI. Não deixe de observar as peculiaridades de algumas salas: no ¿Antigo Cemitério¿, os restos mortais das irmãs ainda estão sob o chão e atrás das paredes. E as duas salas conhecidas como Cofre são protegidas com porta de ferro. A estrela aqui é o presépio napolitano de mais de 1.620 peças, que reproduz o dia-a-dia da vuka de Nápolis no século XVIII junto com a natividade. É o terceiro maior do mundo. Observe todos os detalhes: a cigana, um grupo dançando tarantela... No andar de baixo, presépios de várias regiões do Brasil e do mundo. Espero que vocês gostem e aproveitem em algum final de semana para visitar algum desses lugares. Créditos:www.fatecsp.br, e guia Fique em São Paulo da Editora Publifolha. Abraços nos corações!!! Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 1:32 AM Sábado, Setembro 25, 2004 Olá galerinha do Bem!!! Bom vim aqui hoje pra convidá-los à um passeio incrível. Trilhas e muito verde natureza em abundância!!! Pena q não tenho fotos para mostrar pra todos vocês. Mas pelo menos um textinho pequenino eu tenho pra vocês lerem e se interessarem. Aí vai hein... Núcleo Engordador é em São Paulo O Núcleo Engordador é o resultado de uma compensação ambiental de Furnas Centrais Elétricas com o acompanhamento técnico do Instituto Florestal, por ocasião das obras de instalação de torres de transmissão de energia elétrica na área do Parque Estadual da Cantareira, em 1997, ligando os trecho Guarulhos à Ibiúna. Além do projeto baseado na minimização do impacto ambiental causado pelas instalações, Furnas Centrais Elétricas investiu recursos financeiros no Núcleo Pedra Grande e na estruturação completa do Núcleo Engordador, para o desenvolvimento de atividades de Educação Ambiental. Essas atividades e a visitação pública em geral iniciaram-se em 1992 e prosseguiram até 1995, quando o Núcleo foi fechado ao público, por deficiência no quadro de recursos humanos. Possui portaria, bilheteria, sanitários, área de piquenique, centro de visitantes, audiovisual e, claro, as maravilhosas trilhas de interpretação da natureza. O curioso nome Engordador, deve-se ao fato de ter existido no final do século XVII, uma fazenda onde era realizada a "engorda" do gado que ali chegava. É por isso que depois da desapropriação para abastecimento de água a região ganhou o nome de Engordador. Soma-se a isso uma nova proposta de trabalho: a implantação do PROCEL (Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Energia Elétrica ) junto às escolas, que traz à tona um aspecto importante de objetivos primordiais - a necessidade e a responsabilidade do exercício consciente de nossa cidadania, voltado ao respeito para com o meio ambiente, transmitindo a mensagem: "Quanto menor o desperdício de energia, menor a necessidade de obras de grande impacto ambiental como a construção de hidrelétricas, linhas de transmissão de energia etc." As Trilhas existentes no Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador caracterizam-se principalmente por oferecer a oportunidade ao visitante de um contato direto com a Mata Atlântica, mesmo estando no município de São Paulo. A Trilha da Cachoeira possui aproximadamente 6,5 km, cujo percurso passa por algumas cachoeiras e cruza o Rio Engordador diversas vezes. Na sua parte mais alta encontra-se o antigo tanque de captação d'água da Sabesp. A Trilha do Macuco possui cerca de 700 m de percurso leve, passando por entre os canos que faziam parte do antigo sistema de abastecimento de água. Acompanha riacho e permite visualizar o solo hidromórfico e a mata ciliar. A Trilha de Mountain Bike, com 1.400m de percurso variando de leve à íngreme, passando por várias espécies da Mata Atlântica demonstrando, ao final, o contraste do ambiente natural com a Torre de Furnas, necessária à transmissão de energia elétrica. Seu objetivo educacional é justamente a reflexão Sociedade x Natureza. É a única trilha para prática de ciclismo, todas as outras são para caminhadas. Como Chegar: Acesso pela Rodovia Fernão Dias, até o Km 79 sentido SP-BH, entrar na alça de acesso para a Av. Coronel Sezefredo Fagundes, n.º 19.100 - sentido Mairiporã. Próximo à Pedreira Itacema. A entrada no parque é de R$3,00 por pessoa. Dica: Leve roupa de banho pois tem cacheiras boa paras banhos, o que é muito bom, e também tem ótimos guias locais (biólogos) à disposição para maiores informações.
Jaguatirica... lá tem bichinhos assim... e de verdade. Bom por enquanto é tudo isso que tenho pra vocês. Beijos nos corações. Comentar também faz bem aos pulmões Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 12:39 AM Segunda-feira, Setembro 20, 2004 Olá Galerinha do Bem!!! Sabe perdi o sono então resolvi voltar ao computador e escrever mais um pouco pra vocês. Vou terminar de escrever um pouquinho da história de São Paulo. Espero também que vocês recomendem meu blog, porque estou ficando (como disse o Leotti) "profi" no assunto de "blogar". Será que já posso fazer parte da sua lista de blogs? Bom aí vai então: Theatro Municipal. No fim do século passado, a aristocracia paulistana pedia uma casa de espetáculos que pudesse receber as grandes companhias estrangeiras. Em 1900, a cidade contava apenas com o Teatro São José, que, depois de um incêndio, não tinha condições de acomodar os espetáculos estrangeiros. Decidiu-se então construir um novo espaço para atender às necessidades culturais da cidade que crescia a olhos vistos. O edifício seria levantado em um terreno no Morro de Chá e a obra comandada pelo arquiteto Ramos de Azevedo - que depois emprestaria o nome à praça que fica bem em frente ao teatro. O terreno foi comprado em 1902 e os trabalhos começaram no ano seguinte. Ramos de Azevedo já sabia exatamente como seria o prédio: uma réplica menor da Ópera de Paris. Em 12 de setembro de 1911, o Teatro Municipal foi inaugurado, com apresentação do célebre barítono italiano Titta Ruffo, interpretando Hamlet, do francês Ambroise Thomas. Feito para ter o palco ocupado quase que exclusivamente por óperas, o Municipal demonstrava, dez anos após sua inauguração, que não estava limitado às árias e ao lirismo, para tristeza e irritação dos puristas. Nos anos 20, os paulistanos puderam apreciar as performances das bailarinas Anna Pavlova e Isadora Duncan. Na mesma década, abrigou a Semana de Arte Moderna, que teve entre seus maiores expoentes Mário e Oswald de Andrade, Villa-Lobos, Anita Malfatti e Tarsila do Amaral. Nos anos que se seguiram, a opulência do Municipal foi desaparecendo lentamente por causa das novas construções e hábitos da cidade. As Lojas Anglo-Americanas (antigo Mappin), o prédio do Banespa, o Hotel Esplanada (na época, o mais elegante de São Paulo, atualmente sede do grupo Votorantim), transformaram a função cultural que os arredores do teatro tinham em sua origem. O teatro foi reformado duas vezes: uma na gestão do prefeito Faria Lima, quando as paredes foram pintadas e o lustre central da platéia, de 360 lâmpadas, regulado e o projeto original descaracterizado. A outra começou na administração de Jânio Quadros e foi concluída pela prefeita Luiza Erundina. Nesta, procurou-se preservar e restaurar o trabalho de Ramos de Azevedo. A fidelidade foi tanta que a fachada externa foi restaurada com arenito vindo da mesma mina que forneceu o material para a construção do início do século. Muitos artistas puderam visitar a cidade e se apresentar no Municipal. Foram vários os nomes importantes no palco: interpretando óperas, Enrico Caruso, Maria Callas, Bidu Sayão e Tito Schipa; na regência, o maestro Arturo Toscanini. A arte dramática foi representada com o melhor produzido dentro (Procópio Ferreira e Cacilda Becker) e fora (Viven Leigh, Raymond Jérôme) do País. Endereço: Viaduto do Chá/Praça Ramos de Azevedo, Centro Telefone: (011)239-3815 Horário: das 9 às 17horas
Que bela fachada hein? Catedral da Sé A Sé hoje é composta pela Catedral, pela Praça e pelo metrô Em 1913, deu-se início à construção da Catedral como é hoje, elaborada pelo alemão Maximilian Emil Hehl, professor de Arquitetura da Escola Politécnica. O templo foi inaugurado em 25 de janeiro de1954, na comemoração do 4º Centenário da cidade de São Paulo, ainda sem as duas torres principais. A cidade de São Paulo foi construída e destruída três vezes em menos de um século. A história de como se chegou à atual Catedral da Sé ¿-fundada em 1554 ¿ demonstra bem isso. A Igreja foi instalada ali em 1591, quando o cacique Tibiriçá escolheu o terreno onde seria o primeiro templo da cidade construído em taipa de pilão (parede feita de barro e palha socados estruturados em toras). Em 1745, a ¿velha Sé¿, como era chamada, foi elevada à categoria de Catedral. Por isso, neste mesmo ano, inicia-se a edificação da segunda matriz da Sé no mesmo local da anterior. Ao lado dela, em meados do século XIII levanta-se a Igreja de São Pedro da Pedra. Em 1911, os dois templos foram demolidos para dar espaço ao alargamento da Praça da Sé e, finalmente, à versão atual da Catedral. Desenho da matriz feito no começo do século 19 Curiosidades: A Catedral está situada exatamente onde passa a linha imaginária do Trópico de Capricórnio. Este foi o fator topográfico que, somado ao motivo sentimental, fez com que a atual Catedral fosse construída no mesmo lugar da ¿velha Sé¿ - como era conhecida a matriz que foi demolida. Os números estatísticos que contabilizam quanto material nas obras e decoração da matriz são impressionantes: 154.200 kg de mármore branco de Carrara; 9.600 kg de mármore verde St Denis das minas do Vale de Aosta; 74.550 kg de mármore amarelo de Siena das minas de Monte d¿Elsa; 166.750 kg de mármore vermelho portassanta, das minhas de Caldana (Grosseto); 3.164 kg de ônix do Vale de Aosta; 4.050 kg de porfiro antigo do Egito; 135 kg de Malaquita do Congo; 25 kg de lazulita chileno; 15 mil quilos de bronze. Foram cerca de 263.675 horas de trabalho. Com 111 metros de comprimento, 46 metros de largura, 65 metros na cúpula e 100 metros de fachada, com cinco naves, a Catedral teve suas portas fechadas, em 8 de julho de 1999, pelo Contru (Controle de Uso de Imóveis), pois apresentava altos índices de rachaduras e riscos à população. Somente um quarto de sua área total foi desinterditada em 18 de outubro do mesmo ano. Os sistemas de eletricidade, águas pluviais e de saídas de emergência deverão ser reformados e novos extintores colocados. A FormArte é A Igreja antes da reforma: sem todas as torres planejadas no projeto original empresa contratada para levantar investimentos de empresas privadas para a restauração, que deve custar cerca de R$ 16 milhões. Também é importante recuperar o carrilhão de sinos, que está na torre esquerda, com 61 sinos e 20 toneladas, planejado e fundido pela empresa holandesa Petit & Fritsen. Inaugurado em 1959, emudeceu em 1969 e voltou a tocar em 1989, recondicionado e informatizado pela empresa de origem alemã Voith, que comemorava 25 anos em São Paulo. Segredos do subsolo de uma Catedral São Paulo é um dos padroeiros da cidade e da Catedral da Sé Se você acordar cedo, pode ouvir o Hino Nacional de uma maneira bem inusitada: tocado pelos sinos da Catedral da Sé, diariamente, às 8h em ponto. De hora em hora, são executadas músicas brasileiras, como "Asa Branca", de Luiz Gonzaga, e às 12h e às 18h é a vez do carrilhão. Isso é apenas um dos mais diversos segredos que uma visita guiada à Catedral apresenta. "Muitas pessoas nem sabem que essa monitoria existe, nem mesmo os paulistanos", conta a funcionária Vera, que atualmente é a responsável pelo passeio guiado. Os grupos são sempre pequenos e saem sem hora fixa, logo após terem sido formados. Na visita feita pelo Sampacentro, um paulistano confirmou a opinião de Vera. Trabalhando no Centro e passando todos os dias em frente à Catedral, ele somente descobriu a visita através de uma amiga que viu uma reportagem feita por uma emissora de televisão de Campinas. A visita guiada leva à cripta e a mais segredos Por R$ 3, pagos na secretaria, ganha-se uma verdadeira aula de história. O tour começa na nave central, com uma minuciosa explicação sobre o altar principal, o estilo e o início da construção da Catedral da Sé, que mesmo tendo sido começada em 1912, só foi entregue à população em 1954, devido ao turbulente período de duas guerras mundiais e à falta de dinheiro. O primeiro arcebispo da Catedral, Dom Duarte Leopoldo Silva, empenhou quase toda a fortuna de sua família na construção da igreja, mas não viveu o suficiente para ver a inauguração, que foi feita por Dom Carlos Carmelo de Vasconcellos Motta, no aniversário de Quarto Centenário de São Paulo. Mas a demora não atrapalhou a suntuosidade da igreja, que se quantifica, por exemplo, nas três toneladas de madeira das portas da entrada principal e nos 10 mil tubos do órgão, o maior da América do Sul, que atualmente está desativado à espera de manutenção de suas peças. Setenta artistas italianos, franceses e húngaros foram chamados para decorar o interior da Catedral. O resultado são mais de 112 estátuas, 30 vitrais e os mosaicos laterais. Ao todo, a Catedral tem 111 metros de comprimento, 46 metros de largura e 65 metros de altura até a cúpula. Mas seu maior espetáculo está nos detalhes. Há que se olhar com cuidado para as colunas para encontrar tatus, tucanos, lagartos, garças e sapos-bois, circundados por trigo, cacau e uvas, que representam a riqueza vegetal e animal do Brasil. O toque brasileiro na produção dessa Catedral, em que tanto foi trazido do exterior, está nas gravações em madeira dos confessionários, feitas pelo Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo. E as cores da bandeira nacional estão ao lado de imensos anjos no altar da Capela do Santíssimo Sacramento. O passeio com Vera também revela os dois padroeiros da igreja: Nossa Senhora da Assunção, homenageada em altares e mosaicos por toda a nave central, e São Paulo, com a espada que simboliza seu dom da palavra e representações de suas viagens do Ocidente ao Oriente para pregar a palavra de Deus. A cripta é uma câmara mortuária para bispos e arcebispos Avisita também é o único jeito de ter acesso à cripta da Catedral, fechada após pichações e vandalismos em seu interior. Terminada em 1919, o local abriga os restos mortais de bispos, arcebispos, do Regente Feijó e do primeiro cidadão de Piratininga, na época da fundação de São Paulo, o índio cacique Tibiriçá, que foi catequisado pelos jesuítas aos 80 anos de idade. Caminhando pelos 617 metros da cripta, descobre-se uma porta. Passagem secreta? A lenda diz que ela ligava a Catedral da Sé ao Mosteiro de São Bento pelo subsolo, mas é apenas uma entrada de ar para ventilar a cripta. Tem muito mais ainda a ser descoberto nas minúcias de uma Catedral que tem apenas 50 anos de criação. Olhe com cuidado e seja curioso, que a Vera responde! (11/01/2004).
Vejam, olhem e sintam!!!
Sintam mais Praça do Patriarca Aí está uma praça que praticamente não tem história. Isso porque ela não vem nem da Colônia, nem do Império, embora traga o nome de um dos cultos mais eminentes da Campanha da Independência. Praça do Patriarca porque ao Patriarca José Bonifácio de Andrada e Silva, foi feita a homenagem. Mas a praça bonita que aí está na ponta do Viaduto do Chá, essa praça que dá vasão à galeria que desemboca no Anhangabaú, que hoje é tão movimentada e parece realmente tão necessária pois é a encruzilhada de seis ruas, muitas delas velhos atalhos antigos de tradição, essa praça tem apenas algumas décadas de vida. É recente. Sua abertura partiu já do novo São Paulo, de 40 a 50 anos para cá, quando ali nos Quatro Cantos (e era assim que se chamava a ponta da rua Direita), urgia abrir passagem mais ampla para a Líbero Badaró e para o viaduto que, subindo para o vale ia direto à rua Barão de Itapetininga. Nas histórias das ruas e praças, portanto, a Praça do Patriarca é criança. Não teve nome diferente, não foi viela, nem rua, nem beco, nem existiu por acidente, mas de propósito. De fato, a Praça do Patriarca foi aberta por necessidade de ampliar-se o espaço para o trânsito naquele local em que a confluência das ruas pequenas provocavam sempre aglomeração. Derrubou-se, então, para abrí-la. Um quarteirão limitado pelas ruas São Bento, Direita, Líbero Badaró e Quitanda. Patriarca, porque honra e recorda a figura do Patriarca da Independência, que não é o mesmo da rua José Bonifácio, o Moço. Esse é o Andrada e Silva, que nasceu em 1873, num dos dias de Santo Antônio, em Santos. Sua formação cultural foi feita em Coimbra, na célebre Universidade Portuguesa. Fez excursões científicas pela Europa toda, descobrindo espécies minerais, e acabou pertencendo, pelos seus dotes de cultura e inteligência, à Real Academia de Ciências de Lisboa.
José Bonifácio O Patriarca Bom acho que só faltam mais alguns assuntos a serem tratados sobre São Paulo. Esperem que logo, logo tem muito mais pra vocês. Abraços fortíssimos nos corações de todos vocês. Cosette Leotti. Comentar também é cultura, então comenta aí:Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 3:08 AM Quarta-feira, Setembro 08, 2004 Olá galerinha do Bem!!!!! Fui ao CCBB... O que? Vocês não sabem onde é? Como? Nem o que é?... Tá bom vou contar pra vocês mais uma de nossas visitinhas em aula. CCBB é o Centro Cultural Banco do Brasil, isso mesmo, onde foi o Primeiro banco do Estado de São Paulo. Claro que é o Banco do Brasil que todos nós conhecemos. Lá hoje abriga um Museum itinerante. Isso, eles recebem exposições itinerantes que passam por lá e ficam por algum tempo. Lá também tem teatro, cinema, salas de vídeo, auditório e várias exposições. Tem um restaurante muitooooooooo chique no mezânino, que logo que adentramos ao lugar, o vemos. Bom...Vamos viajar... Ou melhor conhecê-lo.
Croqui do prédio Inaugurado em 21 de abril de 2001, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo comemora o sucesso de ter atingido seu objetivo : injetar uma vitalidade ainda maior na cena paulistana. Por meio de uma programação de qualidade e de seus programas educativos, o CCBB contribui para mudar a relação do paulistano com o centro da cidade. O Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo ocupa o prédio construído em 1901 na rua Álvares Penteado, 112, esquina com a rua da Quitanda. Localizado no coração histórico da cidade, numa via hoje de pedestres, o edifício foi comprado em 1923 pelo Banco do Brasil. Em 1927, após uma reforma projetada pelo arquiteto Hippolyto Pujol, tornou-se o primeiro prédio próprio do Banco do Brasil na capital. A construção foi inteiramente reformada para abrigar o Centro Cultural Banco do Brasil. Os elementos originais foram restaurados, mantendo assim as linhas que o tornam um dos mais significativos exemplos da arquitetura do início do século. A construção de cinco andares (mais subsolo e mezanino) foi tombada pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Arqueológico e Turístico de São Paulo (Condephaat) e pelo Departamento do Patrimônio Histórico/Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (DPH/Conpresp). Com 4.183 metros quadrados, o Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo possui salas de exposições, cinema, teatro, auditório, salas de vídeo, restaurante, bombonière e café. A escolha do prédio, no centro histórico de São Paulo, reflete a preocupação do Banco do Brasil com a revitalização da área, que abriga um inestimável patrimônio arquitetônico. Hoje, mais de um milhão de pessoas circulam diariamente pelo local, e o Centro Cultural Banco do Brasil funciona como um ponto de convergência não apenas para a observação, mas também para a popularização, a disseminação e o debate sobre as principais questões culturais no mundo contemporâneo. Como fomentador da arte, o Banco do Brasil apresenta uma programação original, em áreas como música, artes plásticas, cinema, literatura, dança, teatro e programas educativos. O Centro Cultural Banco do Brasil - São Paulo está numa área de fácil acesso. Além das várias linhas de ônibus que passam perto do local, o prédio fica próximo das estações de metrô Sé e São Bento.
Piso térreo, entrada.
Ainda na entrada. Essa entrada tem um mosaico que representa a família, tempo e integridade. O que mais me deixou triste foi que o monitor não soube me dizer quantas pedrinhas tem nele, na verdade isso é um mosaico veneziano que para a restauração foi retirado pedrinha por pedrinha. É que sou muito detalhista!!! O monitor me disse que nunca ninguém teve a criatividade de perguntar.
Quem se aventura a contar? No sub-solo tem os cofres que antigamente guardavam as riquezas e hoje serve de local para exposições. Bem grande e espaçoso, ele tem ainda as portas originais que vieram de Paris só para o Banco. Para vê-lo só indo visitar o local, com monitoria é claro. Essas portas tem mais de 3,00 metros de altura e feitas de titânio. Super impressionante. Na foto do terreo dá pra ver lá no fundo uma escada, lá da o acesso ao sub-solo. A foto anterior vocês podem ver também uma grade que é feita em artdeco com ramos de café esculpidos. Porque lá também eram negociados café em salas especiais para isso, que hoje estão abrigados teatro, auditório, sala de vídeo e cinema. Vejam:
Cinema
Auditório
Teatro Logo na entrada avista-se um mezânino com um belissímo restaurante, lá também tem cafés, que quando acontecem os espetáculos podermos tomar um cafézinho brasileiro no interválo.
Restaurante Nossa acho que já falei demais. Mas ainda vou colocar mais algumas informações. Centro Cultural Banco do Brasil Rua Álvares Penteado, 112 - Centro - São Paulo (SP) - CEP 01012-000 Atendimento: das 10h às 21h. Estacionamento Conveniado Estacentro/Estapar, na Rua da Consolação nº 228 (edifício Zarvos). Van do Seguro Ouro Auto faz o transporte gratuito até as proximidades do Centro Cultural Banco do Brasil, de terça a domingo, a partir das 10h, com saída do estacionamento e ponto final no Hotel Othon (Rua Líbero Badaró, 190), com retornos periódicos. O preço do estacionamento é de R$ 7,00. Entrada Exposições: entrada gratuita. Cinema: R$ 4,00 e R$ 2,00 (meia-entrada). Sala de Vídeo: entrada gratuita, mediante retirada de senha. Dança: R$ 10,00 e R$ 5,00 (meia-entrada). Teatro: R$ 15,00 e R$ 7,00 (meia-entrada). Música: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia-entrada). Diálogos e Reflexões, Encontros com Educadores e Novos Olhares (cinema, literatura, música): Inscrições prévias pelo tel.: (11) 3113-3649. Segunda a sexta, das 9h às 18h. Inscrições válidas até meia hora antes do evento. Após esse horário, as vagas dos Novos Olhares estarão disponíveis ao público. Reservas para eventos de música, teatro e dança pelo tel: (11) 3113-3651 ou 3113-3652, válidas somente até uma hora antes do espetáculo. As reservas não confirmadas/adquiridas serão canceladas. Pagamento: Cartões de crédito Visa ou Mastercard, cheque ou dinheiro. Bilheteria Térreo Ingressos antecipados Fun by Fone: (11) 3097-8687 Internet: www.funbynet.com.br ou www.ticketronics.com.br Programa Educativo e Visitas Guiadas Atividades destinadas ao público em geral e escolas, com a finalidade de proporcionar aos visitantes maior familiaridade com as manifestações artísticas e culturais. Diariamente são realizadas visitas monitoradas, em português e inglês. Horários: Diálogos e Reflexões, Encontros com Educadores e Novos Olhares (cinema, literatura, música): Inscrições prévias pelo tel.: (11) 3113-3649. Segunda a sexta, das 9h às 18h. Inscrições válidas até meia hora antes do evento. Após esse horário, as vagas dos Novos Olhares estarão disponíveis ao público. Atendimento a Portadores de Necessidades Especiais O Centro Cultural Banco do Brasil conta com funcionários capacitados para atender portadores de necessidades especiais (mentais, físicas, auditivas e visuais), em grupo ou individual. Agendamento de grupos: segunda a sexta, das 9h às 18h, pelo telefone (11) 3113-3649. Transporte Para Estudantes O Centro Cultural Banco do Brasil tem um serviço de transporte gratuito para visita à exposição (escolas e grupos), nos horários de 10h e 16h. O agendamento do transporte será feito de acordo com a ordem de solicitação, prioritariamente para escolas públicas. Segunda a sexta, das 9h às 18h, pelo telefone (11) 3113-3649. Patrocínio: Brasilprev Restaurante Bistrô Lyon. Almoço, chá da tarde e sanduíches. Terça a domingo, das 10h às 21h - mezanino. Loja Terça a domingo, das 10h às 21h - térreo. Venda de souvenirs, livros, catálogos, dvd, postais e cartazes de eventos realizados pelo Centro Cultural Banco do Brasil e de outras publicações e produtos culturais. Facilidades de acesso para portadores de deficiência física Rampa situada na entrada lateral do prédio. Elevadores. Sanitário especial no térreo. Acessos Estações São Bento e Sé do Metrô, praças do Patriarca e da Sé e por transporte de van (ver informação do estacionamento acima). Fotografias e gravações de exposições São permitidas, mediante autorização formal solicitada previamente à administração do Centro Cultural Banco do Brasil. Guarda-volumes Disponível no térreo Telefones públicos Térreo Todas as informações contidas neste post foram retiradas do próprio CCBB no site www.bb.com.br, lá encontra-se todos os tipos de informações necessárias de como chegar e como visitar. Abraços fortes nos corações.
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postado por: COSETTE LEOTTI 1:26 AM Terça-feira, Agosto 31, 2004 Olá galerinha do Bem!!! Viram só... eu estou quase conseguindo fazer alguma coisa legal pra vocês... hahahahaha Verdade que o meu blog não tem lá tantas coisas interessantes assim, mas se vocês lembram disse que eu e a turma da Faculdade iramos fazer uma visitinha no Centro velho de Sampa... Então reuni algumas pequenas pesquisas e fiz este post... Sei que ficou comprido mas espero que ele também sirva de pesquisa para as pessoas que gostarem... E pra turma do 1°NA também. Beijocas no coração de todos. Páteo do colégio Falar sobre o Pátio do Colégio é relembrar as origens de uma cidade - São Paulo - hoje considerada a terceira maior do mundo, e cujas marcas estão claramente fixadas no encontro de raças e na expansão do cristianismo. Sob os olhares curiosos dos Guainás e Tupiniquins, um grupo de treze padres da Companhia de Jesus, da qual faziam parte José de Anchieta e Manoel da Nóbrega, escalaram a serra do mar chegando ao planalto de Piratininga. Do ponto de vista da segurança, a localização topográfica de São Paulo era perfeita: situava-se numa colina alta e plana, cercada por dois rios, o Tamanduateí e o Anhangabaú. Reuniram-se em torno de uma cabana construída pelo cacique Tibiriça, no planalto de Inhapuambuçu, e ali celebraram a famosa missa de 25 de janeiro de 1554. A data corresponde ao dia da conversão do apóstolo Paulo que, por sua vez, justifica o nome dado à cidade. Desde então, essa solenidade constitui-se na certidão do nascimento de São Paulo. A humilde cabana de pau-a-pique, cujas paredes eram feitas com uma armação de paus e cipós preenchida de barro socado, desprovida do mínimo conforto,abrigava também um seminário e uma escola. Nela, José de Anchieta, fervoroso apóstolo de Cristo, iniciou seu trabalho como educador de nativos, mais conhecido como catequese. Em 1556, o padre Afonso Brás, precursor da arquitetura brasileira, foi o responsável pela ampliação da construção original,que recebeu oito cubículos para servir de residência aos jesuítas.Uma disputa entre colonos e religiosos culminou com a expulsão dos jesuítas no ano de 1640, cujo regresso só aconteceu 13 anos depois. Um novo conjunto de colégio - onde foram instalados os primeiros cursos de filosofia, teologia e artes e uma biblioteca e capela foi construído com a volta dos jesuítas em 1653 ocupando uma área de 1.1502,52 m2. Para essa construção foi utilizada uma técnica mais aprimorada:a taipa de pilão. Mais uma ampliação, e o Colégio foi incorporado ao edifício principal em uma ala perpendicular na lateral direita, no ano de 1745. Os jesuítas foram expulsos novamente, por decreto do Marquês de Pombal em 1759, com repecurssão mundial que resulta na supressão da Companhia de Jesus, que só será recobrada no ano de 1954. Isso provoca uma completa alteração em tudo que havia sido feito até então. O governo então se apropria dos bens da Companhia de Jesus e o antigo casarão colonial é completamente descaracterizado por profundas reformas até se transformar no Palácio dos Governadores no período entre 1765 e 1908. Foi nessa época também que a igreja perde seu precioso patrimônio como consequência de um desmoronamento de causas desconhecidas. Entre 1932 e 1953, o então Palácio do Governo é transformado na Secretaria da Educação o que de certa forma, dá ao edifício uma função mais próxima de sua vocação original. Finalmente, o ano de 1954 marca a retomada do projeto original. A Companhia de Jesus recebe de volta as instalações e dá-se início à reconstituição do Colégio, nos moldes da terceira construção , permanecendo remanescentes a Cripta, parte de uma parede em taipa de pilão e o antigo torreão. Hoje, quem visita o complexo Pátio do Colégio encontra o museu Padre Anchieta, o auditório Manoel da Nóbrega, onde são realizados eventos culturais, a Galeria Tenerife,a praça Ilhas Canárias com seu Café do Pátio, a Capela Beato José de Anchieta, onde estão guardados o Fêmur de José de Anchieta e seu manto, a Cripta Tibiriçá e a Biblioteca.
Vale do Anhangabaú fonte: Quinto Cartório de Registro de Imóveis É impossível afirmar quando o Vale do Anhangabaú foi fundado, mas os primeiros registros mostram que, em 1751, o governo estava preocupado com um vale aberto por Tomé Castro na região entre o rio e um lugar onde se tratava a água chamado "Nhagabaí". Mas até 1822 a região não passava de uma chácara pertencente ao Barão de Itapetininga (depois da Baronesa de Itu), onde se vendia agrião e chá. Lá, os moradores precisavam atravessar a Ponte do Lorena para chegar do outro lado do morro, dividido pelo rio. Como esse caminho era muito tortuoso, foi transformado em rua em 1855, era a Rua Formosa. Por volta de 1877, começou a que pode ser considerada "urbanização" da área, com a idealização do Viaduto do Chá (inaugurado somente em 1892), a subseqüente desapropriação de chácaras no local e o projeto do engenheiro Alexandre Ferguson de construir 33 prédios de cada lado do vale para serem alugados. Curiosidades: * O nome Anhangabaú tem várias possíveis origens e alguns significados diferentes, confira: - Anhanga: o mesmo que anhã. Gonçalves Dias escreveu Anhangá, talvez por necessidade do verso; - Anhangaba: diabrura, malefício, ação do diabo ou feitiço; - Anhangabahú: anhangaba-y, rio do malefício da diabrura, do feitiço; - Anhangabahy: o mesmo que anhanga-y, rio ou água do mau espírito. * No século XVII, as águas do Anhangabaú eram usadas para as necessidades caseiras: lavar roupas e objetos e até mesmo tomar banho. O rio hoje está canalizado mas suas nascentes estão ao ar livre, entre a Vila Mariana e o Paraíso, desaguando no Tamanduateí. Depois de muito tempo de total descuido, em 1910, foi feito o ajardinamento do Vale do Anhangabaú, resultando na formação do Parque do Anhangabaú. Ele foi reformulado na primeira gestão do prefeito Prestes Maia(1938¿1945), com a criação de ligações subterrâneas à Praça Ramos de Azevedo e a Praça Patriarca. Esta última passagem é hoje conhecida como Galeria Prestes Maia. A Central dos Correios está localizada no Anhangabaú, mais precisamente na Avenida São João. Porém ela está em reformas e só deve ser reaberta em 2002. Em 1991, foi construída uma alça de ligação no Parque do Anhangabaú para ligar as avenidas 9 de Julho e a 23 de Maio. Há hoje um túnel que permite a passagem dos veículos que atravessam o Centro no sentido norte-sul e vice-versa.
Largo São Francisco Burgo de Estudantes (1828-1872) O Largo São Francisco onde está a Faculdade de Direito, representa o início da vida estudantil e cultural da cidade.Ao lado do Convento, a Igreja de São Francisco é marcada pelo seu estilo simples, de beleza singela. Erguida em 1644, é hoje uma das poucas construções em estilo autenticamente colonial. Os afrescos de seu interior representam diversas cenas que contam a história dos padres franciscanos, mas o destaque deste templo fica com as três valiosíssimas imagens portuguesas; da Virgem, de São Benedito e de São Francisco. Esta última é considerada a mais bela imagem de Santo existente nos conventos franciscanos do país." Em 1827 foi instalada a Academia de Direito, depois Faculdade de Direito. Ali também funcionou, em 1852, a primeira Biblioteca Pública de São Paulo. São Paulo nesse período foi sobretudo um burgo de estudantes. Foi a Academia de Direito que principalmente arrancou a capital da província de seu sono colonial. Observações de Richard Morse: A vida nas repúblicas - escreveu esse pesquisador, provocou um rompimento abrupto do austero código do sobrado e da família. "Os estudantes introduziram novas modas no vestuário, as caçadas, a natação, o flerte, as bebidas, as orgias e o hábito de se reunirem para discussão e divertimento. Levaram a vida para as ruas, ao ar livre, criaram a necessidade de tavernas, livrarias, e inauguraram o sentimento de comunidade". Passaram pela Faculdade de Direito nomes ilustres tais como: Ruy Barbosa, Prudente de Morais, Campos Salles, Whashington Luis, Jânio Quadros, Rodrigues Alves, entre tantos outros. No começo de nosso século, o centro da cidade de São Paulo se configurava no modelo belle époque europeu, que refletia o gosto da classe dominante, nascida a partir da economia do café. Eixos de circulação marcavam os novos bairros burgueses: idéias e planos de reformulação foram expostos à Municipalidade. Nos primeiros anos da década de 20, o Vale do Anhangabaú estava remodelado, incluindo o entorno do Teatro Municipal. O Largo São Francisco é um caso típico de espaço definido pela apropriação do adro, que valoriza a presença de edifícios religiosos. Nos meados do séc. XVII, iniciou-se a construção de um convento em taipa, por ordem da Ordem Franciscana, situado no extremo sul da Vila de Piratininga, próximo às encostas do ribeirão Anhangabaú. Em 1776, os frades franciscanos, incorporados ao convívio comunitário, criaram uma escola agregada ao convento. O ensino da teologia, da moral, da retórica e do latim, suscitaram a vinda de um número significativo de estudantes. Em 1827, um decreto do governo imperial, instituiu a Faculdade de Direito, que deveria ser instalada no Convento São Francisco.
olha só uma imagem bem antiga de lá!!! Gente... agora chega por este post... Depois continuaremos a viajar pela cidade. Comenta aí: Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 12:54 AM Sexta-feira, Agosto 20, 2004 Olá Galerinha do Bem!!! Estou eu aqui numa maratona bem dificil... Escolher um roteiro para fazer pra vocês e estudar e trabalhar. Sábado agora a galera da faculdade nós vamos fazer um passeio pelo Centro velho de São Paulo... E sei que vai ser muito bom.
Tudo começou aqui neste lugar Pátio do Colégio. O Padre José de Anchieta veio com uma embarcação de portugueses onde pretendiam catequisar os índios que aqui viviam. E para isso ele escrevia na areia.
Era dessa maneira que o fazia!!! Bom isso é só o começo vou pesquisar mais e fazer uma boa viagem visitada em São Paulo. Assim vou poder contar como foi a nossa visitação pelo Centro velho. Abraços fortes nos corações!!!
E aí vai comentar?Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 3:42 PM Quinta-feira, Julho 22, 2004 Oi galera!!! Sei q não ando fazendo nada por aki... mas andaram acontecendo coisas tristes e chatas por aki... Sabe como não tem minha descrição aki minha casa moramos em 3 (agora). Mas moravamos em 4 pessoas minhas tias avós Neia e Teté , minha mãe e eu Só q no final de semana do dia 10/07 minha tia Teté foi morar com os anjos... E fiquei aki triste e desorientada, mas agora eu to aki quase de volta. Vou começar a Faculdade de Turismo e assim q der vou estar postando outras coisas aki. Beijokas pra todos. Cosette Leotti.
Esse ao lado dela é o meu irmão...Saudades... Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 2:33 PM Quinta-feira, Junho 24, 2004 Olá galerinha do bem!!! Eu ando meio atarefada por aqui, mas logo estarei postando denovo. Desculpem o meu atraso. E valeu pelas visitas. Beijokas pra todo mundo. Cosette Leotti. Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 11:15 AM Quinta-feira, Junho 10, 2004 Lá vem Aracaju!!! Aracaju era apenas mais um povoado do Estado de Sergipe que tinha por Capital a Cidade de São Cristóvão. Até que surge a idéia de se ter um núcleo urbano moderno para ser a Capital do Estado, com um porto que atenda às necessidades de escoamento da produção açucareira do Vale do Cotinguiba. O lugar escolhido foi o Povoado de Santo Antônio de Aracaju Em 1855, virou cidade e a Capital foi transferida.. A partir daí a Cidade, que estava instalada no Alto da Colina de Santo Antônio, se expande para as margens do Rio Sergipe. Surgem a primeira fábrica de tecidos, a imprensa oficial, as linhas de barco para o interior. Em 1900 iniciam-se as obras de pavimentação, embelezamento e saneamento. Todas as ruas foram construídas como um tabuleiro de xadrez desembocando no Rio Sergipe. Chegaram os bondes de burro, a água encanada, os esgotos e a estrada de ferro. Mas em em 1926 os bondes de burro foram substituídos pelos bondes elétricos.
veja por cima a cidade em tabuleiro hehehe...
Em 1963, um novo ciclo de desenvolvimento aconteceu com a chegada da Petrobrás para extrair as riquezas do subsolo sergipano. Construiram-se os shopping centers, os edifícios modernos, e a Cidade ganhou a fisionomia de Metrópole de porte médio, sem problemas de segurança nem infra-estrutura, porém o turismo não era explorado. Começaram, então, obras de infra-estrutura turística. A Cidade recebeu hotéis de nível, a orla da Praia de Atalaia foi construída e rodovias foram implantadas. Atualmente vem se consolidando como destino turístico. Aracaju - nome de origem tupi, junção das palavras arara e cajueiro -, é uma cidade moderna e tranqüila, de povo alegre e hospitaleiro, que mantêm a atmosfera de cidade calma, com grande vocação para deixar seus visitantes bem à vontade. Uma cidade planejada, fácil de conhecer. No Centro Histórico, as antigas edificações, lembranças das primeiras décadas da construção da cidade, convivem harmoniosamente com toda modernidade que a capital sergipana oferece. Opções para entretenimento e lazer não faltam. Aqui você encontra modernos equipamentos turísticos e toda infra-estrutura para os mais diversos eventos. Belas paisagens naturais com extensas praias, dunas, coqueirais e manguezais surpreendem pela variedade e convidam para inesquecíveis passeios. Veja quantos lugares bonitos!!!
Praias lá não faltam!
Olha só... Muito lindo!!!
Ai.. não canso de olhar toda essa paisagem!!! Vamos as festas? PRÉ-CAJU É a maior prévia carnavalesca do Brasil. Realizado na capital sergipana, Aracaju, sempre quinze dias antes do Carnaval, o evento reúne um público aproximado de 300 mil pessoas nos quatro dias de evento, distribuídos nas agremiações oficiais, alternativas e na pipoca, que dá um show a parte com suas coreografias afinadas com as bandas que acompanha. O Pré-Caju atrai os amantes do axé-music e do pagode e traz a Sergipe turistas de diversas regiões do país, especialmente dos Estados vizinhos da Bahia, Pernambuco e Alagoas, que esgotam a ocupação da rede hoteleira aracajuana. A primeira festa chamada Suas Férias Com Amor, foi um plano-piloto que aconteceu no mês de julho de 1992, realizada com a banda Asa de Águia em cima de um trio elétrico, percorrendo um longo trajeto da praia de Atalaia até o Augustus. Deu tudo certo. A idéia floresceu e passou a ser realizada todos os anos, tornando-se um megaevento. E a partir daí não parou mais...
Olha como é bom conhecer esse blog... vou passar pra vocês as datas comemorativas pra vocês ficarem com vontade de visitar mais e mais. 01/01 Confraternização Universal Nacional 24/02 Carnaval Nacional 17/03 Mudança da Capital Municipal / Aracaju 09/04 Sexta-feira da Paixão Nacional 11/04 Domingo de Páscoa Nacional 21/04 Tiradentes Nacional 01/05 Dia do Trabalho Nacional 10/06 Corpus Christi Nacional 08/07 Independência de Sergipe Estadual 07/09 Independência do Brasil Nacional 12/10 Dia de Nossa Sra. Aparecida - Padroeira do Brasil Nacional 02/11 Dia de Finados Nacional 15/11 Proclamação da República Nacional 08/12 Dia de Nossa Sra. da Conceição - Padroeira de Aracaju Municipal / Aracaju 25/12 Natal Nacional. Claro que não muda muito de região pra região, mas pensem se a cidade tem tantas coisas lindas, essas datas são especiais mesmo neste lugar. Lá também tem as festas culturais e como este mês é o de festas juninas vou falar um pouco dela. As Festas Juninas fazem parte da tradição cultural sergipana. Durante o mês de junho, Sergipe vira um imenso arraial para celebrar os três santos: Santo Antônio, São João e São Pedro. Com o tema Se Deus é brasileiro, São João é sergipano, a festa tem muitas comidas típicas, fogos de artifício, animação e, como não poderia faltar, muito forró, xote, xaxado e baião. Quem passa os festejos juninos em Sergipe, nunca esquece. A diversidade dos festejos juninos em Sergipe é o que garante o maior São João do Brasil. Afinal são 75 cidades realizando os festejos, com destaque para Aracaju, Estância, Areia Branca, Itaporanga D´Ajuda e, no São Pedro, Capela e Muribeca. Quando os ponteiros do relógio se cruzam marcando zero hora do dia primeiro de junho, Sergipe se transforma no maior arraial brasileiro. Cada cidade celebra as datas com características muito próprias. É um espetáculo variado de cores e sabores para agradar a todos os gostos. Os shows pirotécnicos, grupos folclóricos desfilando nas ruas, casamento caipira, outras tradições do ciclo junino, continuam vivos em Sergipe. A culinária junina de Sergipe é um capítulo à parte. Tudo à base do milho e do arroz. É a pamonha, a canjica, o cuscuz, o arroz doce, o mingau, os bolinhos, a macaxeira, a carne do sol, a carne ensopada carnes de boi e de porco misturadas, o leite de cabra e de vaca. Para os que gostam de um delicioso aperitivo, os licores da temporada são de tangerina, jenipapo, café, limão, pitanga e de tamarindo. Não é só o interior de Sergipe que se destaca nas festas de São João. A capital, Aracaju, também realiza um grande evento, o ForróCaju, com artistas nacionais e locais. O diferencial é o cenário da festa, na praça dos antigos mercados Antônio Franco e Thales Ferraz. As ruas da cidade são clareadas pelas fogueiras, que queimam na véspera e dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, os três santos homenageados no mês.
Eita povão alegre!!!
E esse é o sortudo amigo meu Stéfano que mora nesta linda cidade de Aracaju. http://www.fotolog.net/sandrostefano este endereço é do flog dele. Nossa!!!!!!!!!! Desta vez eu usei tudo o q pude... em pensar q Aracajú tem muito mais pra se conhecer. Visitem as páginas da internet sobre a cidade também e não esqueçam de sempre viajar comigo!!!! Beijokas mil pra todos. Cosette Leotti. Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 1:45 PM Segunda-feira, Maio 24, 2004 E aí galera do bem... Sabe eu estou com uma grande dúvida pra onde devemos viajar... Quero muito que vocês me ajudem... eu tenho aqui em minhas mãos textos sobre Curitiba PR e tenho também um material que, um amigo meu, Stéfano me passou sobre Aracajú SE. Então deixo por conta de vocês escolherem o nosso destino... .
Grande beijo pra vocês. Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 12:33 PM Segunda-feira, Maio 17, 2004 Olá galera do Bem... Vamos começar a viajar por Blumenau SC. Uma cidade linda que tem no mês de outubro a festa da cerveja ISSO MESMO a Oktoberfest.
Esse foi o primeiro povo que chegou em Blumenau e criou a cidade, colonos da Alemanha.
Viu só eles se vestiam assim.
Um pouco de sua história!!! A cidade tem esse nome porque as terras pertenciam ao Sr. Dr. Herman Bruno Otto Blumenau, que foram concedidas pelo Governo Imperial. Foi habitada primeiramente por 17 alemães imigrantes no dia 2 de setembro (que é a data oficial de sua fundação). A cidade conta com 36 bancos e é a capital financeira de Santa Catarina. Existe uma universidade e a população conta com 4 hospitais... Poxa parece até que funciona direitinho hehehe brincadeira gente... lá tudo funciona MESMO Quando colonizada seus instrumentos músicais eram feitos artesanalmente e as casas feitas de estuque ou no estilo enxaimel.
Assim desse jeitinho (essa figura é o castelinho de mallwee). O que chama mais atenção são os jardins que cercam as casas.
Pena que as minhas fotos ainda são dos sites hehehehe.
O mais interessante da cidade!!!!!!!!! Lá foi onde em 1880, para onde vieram os imigrantes, artesãos e tecelões que se intalaram e que também se instalou a TRIKOTWAREN FABRIK GEBWEDER HERING. Blumenau está dentro da Mata Pluvial da Encosta Atlântica. Uma vegetação exuberante e complexa, lá existem árvores importantes como: Canela preta, a laranjeira do mato, o tanheiro, o Pau-oleo e várias outras... nossa.. que lindo Natureza perfeita. Que tal uma olhadinha por cima?
Olha quanto verde!!!! Vou falar só um pouquinho pra dar água na boca... OKTOBERFEST.
As pessoas se reunem pra fazer a maior festa!!!!
A festa começa na segunda semana do mês de outubro na Quinta - Feira. É a 2ª maior festa popular da cerveja do Brasil. Surgiu em 1984 e em 1992 chegou a reunir 1 milhão de turistas, regada de chopp, comidas típicas, danças folclóricas. Dura 3 semanas e tem mais desfiles de clubes de caça e tiro, muita alegria e muita dança e a entrada é FRANCA. Oba eu também quero ir... hehehehe. Ufa... acho que até vocês estão cansados. Mas espero que tenha valido a pena viajarem comigo... Beijokas bem grandes pra vocês.... Cosette Leotti. Se você gostou comenta aí:Comments:
postado por: COSETTE LEOTTI 9:43 PM Quinta-feira, Maio 13, 2004 Oi galera... Sabe ontem (12/05) eu fui ao médico e estou com BCP (broncopneumonia) então agora eu estou dodói e não consigo ficar muito tempo aqui no computador... Desculpem a demora... Mas prometo que assim que este mal-estar passar vamos viajar muito e fazer várias coisas juntos... Vários beijos pra vcs que estão me visitando. Cosette Leotti. Comments: postado por: COSETTE LEOTTI 6:17 PM Sábado, Maio 08, 2004 Oi galera do Bem... Esse post continua sendo um post que ainda não contém nem imagens nem viagens... hehehehe, mas vcs poderão comentar e me dizerem o que querem conhecer primeiro... então espero que vocês estejam prontos para aventuras. Abraços. Comments: postado por: COSETTE LEOTTI 3:25 AM Quarta-feira, Maio 05, 2004 Olá!!!! Meu nome é Cosette e estou criando este blog pra viajarmos juntos. Espero logo poder contar várias coisas pra vocês. Tenho vários projetos e quero compartilhar com vocês um pouquinho do Brasil. Vou postar em breve... Estou coletando muitas histórias para mostrar pra vocês... Beijokas enormes. Valeu pela visita. Cosette Leotti. Comments: postado por: COSETTE LEOTTI 1:47 PM
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